quarta-feira, 30 de maio de 2012

Capitulo 5


Era dia 15 de maio eu havia saído do hospital, minha casa era cerca de uma hora do hospital, e aquilo tudo havia chegado ao fim, viagens ao subconsciente haviam me deixando cansado.
  - Chegamos!
  - Ufa, mãe to com muito sono vou dormi.
  - Tá, descanse um pouco, a noite uma amiga minha vira aqui ela acabou de mudar pra cidade, ela ira passar a noite aqui.
  Deitei na minha cama e fiquei olhando para o teto a janela estava aberta a brisa era agradável, mas faltava o Rich ali, pra me encher o saco, eu estava sorrindo, fazia muito tempo que eu não me sentia assim. Acabei dormindo enquanto olhava os pássaros cantando próximo a janela
  - Hugo, acorda vai tomar um banho daqui a pouco Helena, a minha amiga, deve chegar.
  - Aaaaaaaaah, deixa eu dormi só mais uns cinco minutinhos e eu já vou.
  - Você me disse a mesma coisa a vinte minutos atrás.
  - Aném...
  - Vamos lá Hugo ela deve estar quase chegando.
  - Já to indo.
  Tomei meu banho rápido troquei de roupa e fui pra sala.
  A campainha estava tocou.
  - Pode deixar mãe eu atendo.
  Abri a porta estava lá a “amiga” da minha mãe havia uma pessoa atrás dela escondida.
 - Boas noites entrem a casa é suas.
 - Venha Bia, é só uma noite, amanha nossas coisas chegarão e poderemos ir para casa.
 - Ainda bem, não iria aguentar dois dias sem minhas coisas.
 - Helena quanto tempo minha amiga. Você esta ótima! Dizia minha mãe toda empolgada ao ver a amiga dela, minha mãe disse que não a via há anos.
  - Obrigada!
  - Venha entrem, a casa é sua. Minha mãe era muito hospitaleira e estava contente ao ver usa amiga, a Helena parecia ser uma pessoa legal, mas a filha dela já estava me dando nos nervos, apesar dela ser bem atraente.
  - Fiquem a vontade, vou ali à cozinha buscar algumas bebidas.
  - Deixa eu te ajudar Teresa.
  Ela estava olhando com ódio para mim, é como se ela quisesse que eu desaparecesse.
  - Você não sabe o que esta acontecendo, é muito criança pra entender.
  - Não sei do que esta falando , você tem sérios problemas garota.
  - Eu tenho sérios problemas, você pode se lembrar de qualquer coisa sem dificuldade alguma, pode ter contato com outras pessoas através dos sonhos e eu que tenho problema, você tem um grande poder nas mãos e acha que tudo foi um sonho.
  - Do que esta falando?
  - Além de tudo é debiloide... elas estão voltando fica quieto.
  - Hã...
  - Hugo, não havia reparado direito, mas você já um homem. Disse Helena
  A Bia começou a ri.
  - Obrigado. _disse sem graça, me deu vontade de voar no pescoço da Bia e fazê-la me explicar direito, eu ainda não havia intendido, de que poder ela estava falando, e que contato é esse... havia caído a ficha, mas como ela sabia disso apenas eu e Rich sabíamos disso, ela havia muito que me explicar.
  - Rich, leve as malas da Helena lá para o quarto.
  - Rich...
  Minha mãe começou a chorar.
  - Bia ajude ele levar as coisas lá para o quarto.
  Assim que chegamos ao segundo andar – Quem é Rich?
  - Estava demorando, é meu irmão ele sofreu um acidente a algumas semanas atrás e não resistiu.
  - Eu sinto muito, sei como é...
  - Sente nada você nunca passou por isso e afinal como você sabe sobre meus sonhos?
  - Achei que iria banca o debilóide a vida inteira.
  - Eu te fiz uma pergunta.
  - E...
  - Quero que a responda.
  - Só se você me contar seus sonhos.
  - Se você já sabe deles imagino que você também saiba o que aconteceu.
  - Até que você é esperto, é sei sim, não é só você que tem habilidades especiais.
  - E qual seria essa habilidade?
  - Ler mentes achei que havia adivinhado.
  - Imaginei...e quando isso começou, quero dizer quando passou a ler mente?
  - Aonde é o quarto? Essa bolsa esta pesada.
  - Ah desculpa, esqueci completamente.
  Ela já estava me tirando do serio, além de me provocar o tempo todo ela fazia questão de olhar diretamente nos meus olhos, deve ser assim que ela lê a mente.
  - Você já consegue controlar seus poderes? Usa-los na hora que bem intender, é parece que não, no começo eu tinha que olhar diretamente nos olhos da pessoa que queria ler a mente, com um tempo era só olhar para a pessoa que eu escutava seus pensamentos, até que um dia comecei a escutar vários pensamentos de uma vez, foi horrível àquelas vozes muitos pensamentos de uma única vez, fiquei dias escutando essa vozes, percebi que podia fazer com as pessoas pudessem escutar os meus pensamento, pouco tempo depois as vozes sumiram, e eu não consegui mais fazer as pessoas escutarem meu pensamento.
  - Então além de pode ler pensamentos, ainda pode fazer com que as pessoas leiam o seu.
  - Isso, você precisa controlar os seus ah amanha você vai ter uma grande surpresa.
  - O que é?
  - Como eu disse é surpresa.
  - Hugo, Bia venham já vou servir o jantar.
  - Já estamos indo mãe.
  - As damas primeiro.
  Ela saiu do quarto depois voltou chegou perto do meu ouvido e disse – Espero que você me intenda, quando abri a boca para tampar ela a tampou delicadamente, nessa hora reparei seus olhos verdes, fiquei sem ar, não sabia o que dizer fiquei sem fala.
  Jantamos em silencio, ficamos um pouco na mesa conversando e fomos dormi, e aconteceu de novo.
  Lá estava eu, naquela lugar de dar arrepio tudo parecia igual da ultima vez,
  - A Bia disse que eu devia aprender a controlar meus poderes, mas como?
  Concentrei-me bastante eu tinha que voltar, quando dei por mim eu estava no meu quarto, mas eu conseguia me ver, eu havia saído do meu corpo, sai andando pela casa, cheguei ao corredor e a porta do quarto Bia estava aberta resolvi entrar, ela estava sussurrando algo estava agitada devia estar tendo um pesadelo. Quando estava saindo do quarto foi como magica eu estava em outro lugar, estava numa cidade era a noite foi quando eu vi a Bia, estava correndo como se estivesse fugindo de algo e de repente ela começou a gritar.
  Acordei no pulo estava no meu quarto, levantei depressa fui até o quarto a Bia estava assustada, todos haviam levantado com o grito dela.
  - Foi só um pesadelo. – disse ela olhando pra mim com raiva.
  - Está tudo bem vamos dormi, venha Hugo.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Capitulo 4


Senti meu corpo cada vez mais leve eu havia sido medicado agora eu só escutava vozes “não se preocupe ele só esta confuso já foi medicado, ficará bem”.
  Havia dado certo, voltei para meu subconsciente, o lugar esquisito era aquele, ele estava sentado no chão com as mãos nos ouvidos. Aproximei-me dele e coloquei minha mão sobre seu ombro, ele virou com pulo quando percebeu quem era seus olhos brilharam.
  - Hugo, você voltou pra me buscar.
  - Venha aqui Rich tenho que te contar uma coisa.
  - O que é?
  - Sente-se, é sobre a volta pra casa.
  - Você descobriu como eu vou voltar?
  -  Ai que tá, é que você não pode mais voltar pra casa.
  -  C-c-como ass...
  - Espera, eu não sei o que esta acontecendo mais tem algo muito errado, você esta morto foi durante seu aniversário eu não sei como aconteceu foi tudo muito rápido íamos tirar uma foto quando escutamos um barulho...
  - Eu não vou poder voltar pra casa.
  - É o que parece, sinto muito, mas você pode ter certeza que vou descobri o que aconteceu com você, não foi só um acidente.
  - Mas o que aconteceu comigo?
  - Mamãe disse que quando fomos tirar a foto você foi correndo só que tinha uma você foi desviar dela havia um fio no chão você tropeçou nele e bateu com força no chão, depois você entrou em coma, quando acordou você deu uma convulsão depois deu duas paradas cardíacas.
  - Que morte estranha né?
  - Também acho estranho um garotinho de três anos de idade conhecer tantas palavras intender o que eu estou falando, estar tão calmo, estranho também você estar aqui mesmo depois de você ter pulado comigo no portal.
  - De que esta falando? Sou eu Rich!
  - Se você é minha personalidade, você sou eu... então eu sou muito burro, por que uma criança de três anos não é tão inteligente assim.
  - Pois é Richard, você cometeu um erro ao me levar junto com você ao seu consciente, você ganhou controle total da sua mente, mas você me deu também controle do seu corpo.
  - Controlo meu corpo por 17 anos não vai ser agora que uma personalidadezinha vai me controlar.
  - Você não sabe com quem esta mexendo isso não é tão simples, vai demorar um tempo para você entender.
  - Eu sei quem você é você sou eu e além do mais entender o que meu irmão morreu de uma forma estranha, mas possível, eu ainda estou abalado com isso, e agora estou dentro de um sonho, quando acorda tudo vai estar normal.
  - Será mesmo que esta sonhando, e quando acorda tudo vai voltar ao normal? Será que o Richard morreu mesmo?
  - Como assi... _ele havia sumido.
  - Como assim, o que? Richard de que esta falando?
  - Nada mãe, não falei nada_ eu estava no quarto de hospital novamente é como se tivesse imaginado a presença do Personality, é ele estava certo eu não estava sonhando.
  - Você devia estar sonhando._disse ela
  O medico entrou no quarto, estava serio eu deveria ficar naquele hospital mais tempo. Os resultados dos exames deviam estar prontos e pela cara dele não devia ser nada bom.
  - Richard tenho uma noticia pra te dar! Seus exames ficaram prontos.
  - E...
  - Você vai ficar aqui duas horas em observação e depois poderá ir embora pra casa.

Capitulo 3


Não entendo o que esta acontecendo, estava no quarto do hospital e agora estou nesse lugar de novo, o que eu fiz pra merecer isso? E o Richard, porque ele esta aqui? Eu consegui volta, mas ele não.
  - RICHARD... _ele veio em minha direção estava chorando, ficou com medo de me abraçar, mas logo depois mudou de ideia.
  - E-Eu quero ir embora!
  Ele estava em meus braços chorando muito, como eu iria falar pra ele que não haveria volta.
  - Calma, eu vou te levar pra casa.
  - Mas aquele cara falou que eu não posso mais voltar.
  - Quem?
  - Espere um pouco.
  Olhei ao redor procurando alguém, fui para trás daquelas coisas esquisitas e não encontrei nada.
  - Aquele_ disse apontando para o nada devia ser a personalidade dele.
  - O que ele disse?
  - Ele disse que era pra eu ficar aqui ou ir embora, ai eu disse pra ele me deixar eu queria ficar um pouco aqui, ai ele falou que eu podia ficar, mas que eu tinha um tempo e que se demorasse eu iria ficar preso aqui.
  Mesmo tendo três anos estava tão seguro do que dizia, eu sei que tira-lo dali era impossível, mas se eu estava ali e podia estar conversando com o meu irmão que supostamente estava morto nada naquele momento mais era impossível e de alguma forma mais cedo ou mais tarde ele sairia dali, só não sei como ainda.
  - Não importa o que aconteça eu vou te tirar daqui é uma promessa. Esta vendo aquela bolha vamos embora por ali.
  - Foi ali que o moço tinha me mandado ir pra casa, mas ele está dizendo para eu não ir, Hugo eu estou com medo... ele está gritando comigo... PARAAAAAAAAA.
  Ele estava chorando, agarrou-se na minha perna. Peguei-o no colo.
  - Vamos rápido um, dois, tr...
  Pulamos no buraco, senti ele se soltando dos meus braços.
  Estava no hospital novamente, era como se não tivesse acontecido nada precisava tirar ele daquele lugar. Resolvi voltar, seria fácil era só me concentrar que eu iria voltar para aquele lugar fechei os olhos, depois de um tempo os abri, mas continuava no hospital, tentei varias vezes e nada era sempre a mesma coisa. Tive uma ideia talvez um pouco absurda espero que de certo.
  - Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa... Não, não, me soltem Rich, Rich.
  - Chamem o enfermeiro rápido.

Capitulo 2



Eu havia desmaiado, dormido não sei disser ao certo, quando eu acordei estava num lugar diferente era noite havia carros voando, casas girando, mudando de posição, imagens de pessoas com roupas futuristas, objetos estranhos ao qual nunca havia visto, havia um senhor vindo à minha direção ele acenava e gesticulava em minha direção parece que ele queria falar algo comigo.
  - Finalmente... venha Hugo, se aproxime.
  - Como você sabe meu...
  - Você vai saber não se preocupe.
  Estava meio desorientado o que estava acontecendo ali, quem era ele? Que lugar era aquele? Como sabia meu nome? Duvidas, duvidas e mais duvidas.
  - Calma, vou te explicar aqui é seu subconsciente, tudo que você vê é o que passa em sua mente no presente, o que passou e o que passara, essas coisas poderão surgir...
  - Como assim poderão surgir?
  - Tudo que esta aqui é fruto da sua criatividade e só você pode dar vida a elas, aqui esta tudo que você deseja.
  - Então isso aqui é o meu subconsciente né!?
  - Exatamente, eu sou sua personalidade.
  - Não entendo?
  - Em breve entenderá.
  Estava tão confuso aquele lugar era assustador, mas é incrível as coisas que existem ali, e jamais imagináveis em qualquer lugar do planeta.
  - Vamos esta na hora de voltar.
  - Mas eu não quero ir.
  - Você tem que volta me acompanhe.
  - Pronto, entre ai para voltar para a consciência.
  - E se eu não voltar o que acontece.
  - Não existe, a opção não voltar.
  - Tem que haver uma forma de que eu possa voltar a esse lugar, que eu tenha acesso a isso aqui.
  - Existe, mas é um pouco complicado, por que só eu posso te dar acesso a esse lugar e se autorizo a ter acesso a seu subconsciente eu deixo de existir. Você simplesmente poderá sonhar qualquer hora qualquer coisa e isso pode ser muito perigoso você pode chegar a um momento em que não conseguira distinguir o sonho da realidade, e sou eu que faço você ser quem você sem mim, sem mim você ira ser facilmente influenciado.
  - Não importa você sou eu.
  - Ande logo, Hugo você precisa voltar.
  - Vou voltar só se você for comigo.
  Segurei-o com a maior força possível e entrei no portal, se não podia ter acesso ao meu subconsciente ele também não teria, assim que eu entrei ele conseguiu se soltar de mim.
  - Por que você fez isso Hugo?  Você não deveria ter feito isso, nãaaaaaaaaaaaaaoooooooo...
  - Ele estava desaparecendo.
  Senti minhas pálpebras pesando, rapidamente perdi a consciência.
  - Ele tá acordando!
  - Filho, eu to aqui.
  - Mãe, cadê o Richard? _perguntei soluçando as lágrimas começavam a escorre no meu rosto minha mãe começando a chorar apenas confirmou com a cabeça o que eu já sabia. Richard estava morto.
  - Ma-ma-mãe, mas po-por quê?
  - A vida é injusta meu filho.
  Minha mãe chorava junto comigo, o que agora era poder acordar e descobri que aquilo era um sonho, estava fraco ainda me desgastei muito chorando e cai no sono.
  Quando acordei estava naquele mesmo lugar medonho, mas ele estava naquele mesmo lugar medonho, mas ao mesmo tempo maravilhoso só dependia da forma como você olhava para aquele lugar e se Rich estava ali poderia voltar.

Capitulo 1


Dia 18 de Abril, aniversário de três anos do Richard a casa estava cheia de balões, a festa estava animada, havia crianças correndo e gritando por toda casa.
  - Hugo, Richard venham tirar uma foto._ gritava nossa mãe.
  Estava tudo tão bom não havia nada que pudesse estragar o momento...
  - Aaaaaaaaa meu Deus! Chamem uma ambulância.
  Tudo havia acontecido tão rápido, não estava acreditando no que havia acontecido, fiquei noites sem dormi rezando pedindo que Richard melhorasse logo, já fazia três semanas que não ia a escola nesse ritmo iria tomar bomba já havia faltado muito no ano, mas o que importava a escola o Rich precisava de mim.
 Resolvi ir à aula, todos na escola olhava com uma cara diferente para mim, o dia foi normal, assim que acabou a aula fui direto para casa, tomara que tivesse boas noticias sobre o Rich.
 - Mãe! Cheguei, pode deixar eu atendo.
 - Alô quem esta falando?
 - Boa noite, aqui é do Hospital Viver ligamos pra informar que o paciente Richard Castilho esta acordado.
  Esqueci completamente de desligar o telefone e sai gritando pela casa.
  - Mãe, mãe o Rich acordou, acabaram de ligar do Hospital. Depois de 3 semanas em coma finalmente meu irmão havia acordado, que situação complicada em pleno aniversário ele sofre um acidente.
  Fomos direto para o hospital chegando lá fiquei na recepção, minha mãe aguardava a autorização.
  - Me deixa entrar quero ver meu filho.
  - Senhora, você não pode entrar ordens medicas.
  - Não venha me falar de ordens é meu filho e preciso vê-lo.
   - Me desculpa, mas precisa se acalmar seu filho  esta sendo medicado e logo poderá vê-lo.
  Minha mãe estava aflita e a enfermeira agindo naturalmente como se não tivesse acontecido nada, meu irmão estava vivo porque havia maquinas mantendo-o vivo e por um milagre ele saiu daquele estado.
  - Dr. Freitas como ele esta?
  - Ele está bastante fraco, não posso dizer que saia vivo.
  - Doutor venha o Rich deu outra convulsão.
  Aquele medico veio do corredor correndo e foi falar com o medico, enquanto o Doutor ia para o quarto ver o Rich o medico ficou acalmando minha mãe ela estava apavorada eu estava no final da recepção próximo ao corredor, o Doutor Farias saiu correndo em direção a uma sala ele deixou uma fresta nela, e o que parecia estava acontecendo naquela sala, entrei no corredor sem que percebessem cheguei próximo à porta enchi o peito de ar e abri a porta.

Prólogo



  Dizem que quando se esta morrendo vemos nossa vida passar diante olhos, mesmo quando queremos por fim nela,  e nesse momento que passamos a entendê-la...
   - Hugo!!! Por favor, acorda você é o único que pode fim nisso, por favor, acorde, fique comigo lembre se de tudo que sonhamos.
  ... e valoriza-la, e se houvesse uma segunda chance de recomeça-la faríamos a coisa certa, mas são com os erros que aprendemos a viver...
  - Hugo, se você continua dormindo nas aulas vou ter que chamar seus pais.
  - Desculpa professor.
 O quadrado da hipotenusa é igual à soma do quadrado dos ca... Havia caído no sono novamente.
  Rich estava lá eu precisava vê-lo tinha alguma coisa errada minha mãe estava chorando, um medico tentava acalma-la, resolvi entrar na sala.
  Eu havia caído da cadeira, todos riam de mim.
  -Hugo, saia da sala além de dormi você está causando tumulto, eu intendo sua situação, mas não podemos fazer nada, o que podíamos fazer já foi feito.
  Eu já havia sido expulso da sala varias vezes. E tudo havia começado naquela sala do hospital há dois meses.